O desemprego jovem continua elevado, contudo isso não significa que os mais jovens estão a ficar à margem da recuperação geral de emprego. Na verdade, tanto em termos homólogos como em cadeia aumentou o emprego da população entre os 15 e os 24 anos, no último ano. Mas este aumento foi feito sobretudo à custa de trabalhos precários com salários baixos como a restauração ou o alojamento.

De acordo com o estudo “Jovens no mercado de trabalho”, do Instituto Nacional de Estatística (INE), no segundo trimestre de 2016 a população jovem, com idades compreendidas entre os 15 e os 34 anos, representava 22,2% da população residente (2 284,3 mil pessoas). Em análise a este grupo etário por condição face ao trabalho, verifica-se que mais de metade (51,8%) estavam empregados, enquanto perto de 10% estavam desempregados e 38,5% eram inativos, os nem-nem, não estudam nem estão empregados. Neste grupo etário, a maioria (73,4%) ainda se encontra a estudar ou em formação, havendo, contudo, uma grande disparidade no que diz respeito ao nível de escolaridade mais elevado completo, uma vez que esta amplitude de idades abarca tanto jovens em idade escolar obrigatória como outros já fora do sistema de ensino.

Para cerca de metade dos jovens empregados, o seu nível de escolaridade é considerado adequado ao trabalho exercido, sendo esta situação mais frequente entre os jovens que concluíram o ensino superior. Por outro lado, cerca de um terço dos jovens empregados refere ter mais qualificações do que as necessárias para o cargo exercido.
A desadequação entre a formação e as necessidades das empresas, a retoma do emprego em sectores que não valorizam as qualificações mais elevadas ou a reformulação dos estágios apoiados pelo Estado são os principais fatores que justificam que cerca de um terço dos jovens portugueses continuem desempregados.

A Skoda (73.6%) e a Seat (70.6%) são as marcas onde os clientes dão preferência à aquisição de um automóvel novo face a um usado. Por outro lado, as marcas com uma maior percentagem de clientes a adquirir usados são as consideradas marcas premium, nomeadamente a Mercedes-Benz (70.0%), BMW (65.9%)e Audi (63.0%). Estes dados fazem parte do Automotive Data 2017 já disponível para aquisição no nosso site. O estudo tem como principal objetivo a caracterização do parque automóvel de veículos ligeiros de passageiros (VLP) de Portugal Continental, em circulação, partindo da ótica do possuidor/utilizador. É um estudo dinâmico que se vai adaptando à evolução do mercado automóvel, bem como às necessidades dos clientes.

Os temas abordados no estudo prendem-se com informações sobre as marcas e modelos mais procurados, o local de aquisição e forma de pagamento, qual a probabilidade de adquirir um carro novo nos próximos 12 meses e de que marca e modelo. Aborda ainda a questão dos veículos elétricos, as suas vantagens e desvantagens, questões relacionadas com o local da última assistência ou manutenção e respetiva satisfação ou insatisfação. Quais as marcas de óleos, baterias e combustíveis mais utilizadas e qual a seguradora de eleição.

Os resultados do estudo são apresentados através de uma aplicação informática desenvolvida pela DATA E - a SoftData – que permite ao cliente aceder à informação através de um link e de um código de utilizador devidamente protegidos. Através do algoritmo integrado no SoftData os utilizadores podem realizar cruzamentos e tabulações da informação, inclusão ou exclusão de filtros com base nas variáveis de análise do estudo (apresentadas em gráficos dinâmicos e com informação georreferenciada).

O Universo do estudo é constituído pelos lares do território do Continente possuidores de veículos ligeiros de passageiros. A amostra foi constituída por 600 entrevistas, distribuídas proporcionalmente por região (Grande Lisboa, Grande Porto, Litoral Norte, Litoral Centro, Interior Norte e Sul). A entrevista é realizada ao possuidor/utilizador mais comum do veículo automóvel, em cada lar, desde que tenha participado no processo de aquisição do mesmo e seja responsável pela sua manutenção.